PRÁTICAS DE VER E SER VISTO NO CINEMA ARGENTINO: ENTRE O DISPOSITIVO DISCURSIVO E NÃO-DISCURSIVO

  • Fernando Souto Dias Neto UNIFRA

Resumo

Através do dispositivo foucaultiano descrito por Gilles Deleuze buscou ser feita uma explanação no que diz respeito a como se realiza o movimento desde conceito com determinados objetos, ou seja, os produtos que compõem as audiovisualidades no ambiente cinematográfico argentino, as primeiras manifestações mais consolidadas, até a virada para expressões estéticas mais ousadas, que realizam a subversão de tal recepção no consumo de imagens. Mapear o funcionamento e a fluidez com que ocorre tal fenômeno foi a questão movente da pesquisa, que veio se revelar como um momento onde a circulação de informação é múltipla, o que por sua vez reflete na realização audiovisual do país latino-americano que possui um quadro cinematográfico mais premiado internacionalmente, e com maior número de realizadores na atualidade, desde amadores, estudiosos, até mesmo profissionais, que em grande parte conseguem rodar ainda em película e não apenas em digital. Desta forma o cinema argentino carrega uma aura desde suas primeiras manifestações, e que com grande potência se torna objeto central que se fragmenta e se realiza o tratamento necessário para que haja maior aproveitamento de seus materiais.

Publicado
Set 16, 2014
Como citar
NETO, Fernando Souto Dias. PRÁTICAS DE VER E SER VISTO NO CINEMA ARGENTINO: ENTRE O DISPOSITIVO DISCURSIVO E NÃO-DISCURSIVO. Linguagens - Revista de Letras, Artes e Comunicação, [S.l.], v. 8, n. 2, p. 124-137, set. 2014. ISSN 1981-9943. Disponível em: <https://bu.furb.br/ojs/index.php/linguagens/article/view/4207>. Acesso em: 20 maio 2022. doi: http://dx.doi.org/10.7867/1981-9943.2014v8n2p124-137.
Seção
Artigos

Palavras-chave

Audiovisualidades; Cinema Argentino; Dispositivo; História do Cinema; Pedagogia do Olhar.