FALAR INGLÊS É DIFÍCIL?

  • Elisa Probst Hausmann FURB
  • Diva Rangel Martinelli FURB

Resumo

No terceiro milênio, aprender inglês tornou-se uma ação útil por razões econômicas e socioculturais. O grande salto na produção do conhecimento, a acessibilidade de informações, a diminuição das fronteiras e a internacionalização da educação fazem com que os indivíduos se tornem falantes de línguas estrangeiras e busquem práticas que os tornem o mais fluentes possível. Falar uma língua estrangeira, contudo, é saber emitir opiniões, fazer e responder perguntas, ter a capacidade de emitir todos os sons da língua e ter maturidade verbal e lexical para escolher como, quando, o que e a quem dizer a idéia que se quer expressar. Este artigo provoca algumas reflexões acerca do perfil do aprendiz, seu interesse e motivação, além de rever o conceito de competências.

Palavras-chave: Bilíngüe. Falante. Competência. Habilidade da fala. Fluente.

 

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Publicado
Fev 25, 2009
Como citar
HAUSMANN, Elisa Probst; MARTINELLI, Diva Rangel. FALAR INGLÊS É DIFÍCIL?. Linguagens - Revista de Letras, Artes e Comunicação, [S.l.], v. 2, n. 1, p. 36 - 41, fev. 2009. ISSN 1981-9943. Disponível em: <https://bu.furb.br/ojs/index.php/linguagens/article/view/830>. Acesso em: 15 ago. 2022. doi: http://dx.doi.org/10.7867/1981-9943.2008v2n1p36 - 41.
Seção
Artigos

Palavras-chave

Bilíngüe. Falante. Competência. Habilidade da fala. Fluente